Na primeira reunião ordinária deste ano, que acontecerá no primeiro domingo do mês de fevereiro, dia 7, o presidente do Diretório Municipal, Toni Bittencourt, irá propor a elaboração e envio de uma Moção de apoio ao Vice-Governador Leonel Pavan, que se vê envolto a denúncias caluniosas e sem qualquer fundamento legal e provas de sua participação em esquema ligado ao suposto beneficio de uma empresa que possuí pendências financeiras com o estado.
Para Toni, a ampla divulgação do caso por determinados meios de comunicações, mesmo com o até então inquérito policial tramitando em segredo de Justiça e Pavan sequer tido sido cientificado do indiciamento, demonstra claramente que existem interesses escusos e eleitoreiros nesta situação.
“Leonel Pavan possuí uma trajetória político-administrativa repleta de vitórias e serviços prestados. Foi Prefeito por três mandatos, Deputado Federal e Senador da República, sempre pautando suas ações na legalidade, impessoalidade, moralidade, probidade e eficiência, princípios constitucionais que devem nortear os atos de todos os administradores de coisas públicas”, disse o presidente.
Dentre os princípios citados por Toni, podemos destacar um dos que se aplica concretamente ao caso, o da ‘impessoalidade’, que determina aos detentores de cargos eletivos um tratamento igualitário, sem benefícios ou detrimentos indevidos a quem quer que seja. Pavan, como sempre o fez em sua vida pública, recebe diariamente, seja na capital ou em qualquer parte do estado, pessoas e empresas, e essas conversas sempre são apresentadas solicitações, e estas são atendidas sempre que possível, para quem quer que seja, desde que não violem a legislação ou gerem prejuízo ao erário público e sem qualquer contrapartida, como sugere a denúncia do Ministério Público.
“Esse é o jeito de Pavan e que deveria ser seguido por todos os homens públicos, sempre atendendo e ouvindo a todos e fazendo o possível para atender solicitações, sempre que estas beneficie de alguma forma nosso estado e o povo catarinense”, disse Toni que completa, “essa empresa ainda deve ao Estado, será que não seria mais proveitoso para os catarinenses um possível parcelamento das dividas para que esse valor, até então perdido, fosse pago para que o Governo investisse no estado e que a empresa voltasse a atuar, gerando emprego e renda?”.
Na moção será protocolizado total e irrestrito apoio dos Tubaronenses, que acreditam na inocência de Leonel Pavan, já que não foi apresentada qualquer prova de recebimento de valores por parte do tucano. Outro fato destacável em favor do Vice-Governador é o seu interesse em antecipar seu julgamento pela Corte Catarinense, que decidiu na última reunião do Pleno, remeter os autos à Assembléia Legislativa, para que os deputados decidam pelo prosseguimento, ou não, do processo.
Neste momento, o julgamento seria mais político do que jurídico, já que os deputados é que autorizam ou não o seguimento do feito e, sem dúvidas, caso fosse do interesse de Pavan e do PSDB, já que o governo é maioria na Casa Legislativa, somada a ausênsia de provas contra ele, seria muito provável uma votação em favor de Pavan. Mas, ele fez o contrário, em ofício encaminhado a todos os deputados, solicitou que autorizem o julgamento pelo Tribunal de Justiça.
“Desde o inicio do processo, ao invés de levantar as inúmeras irregularidades e nulidades nos autos e protelar o andamento do mesmo, a seu pedido, a defesa atacou principalmente o mérito das acusações e tenta de todas as formas antecipar o julgamento e isto prova ainda mais a inocência do nosso líder. Nunca vi um culpado querer ser logo julgado! Solicitando aos deputados esta autorização para que seja julgado”, disse Toni que acrescenta, “os adversários tentam utilizar estas acusações para macular a imagem de Pavan, mas está muito claro para os catarinenses este interesse eleitoreiro e a inocência do nosso pré-candidato ao governo do Estado, que segue firme e forte, não só em Tubarão, mas em toda Santa Catarina”, finaliza.
